Menu do meu bloguinhuh...

Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens

Biografia de Hitler Pesq: Wikipédia

Adolf Hitler
Führer e Reichskanzler do III Reich
Mandato: Como chanceler:
30 de janeiro de 1933
a 30 de abril de 1945
Como Führer:
2 de agosto de 1934
a 30 de abril de 1945
Precedido por: Paul von Hindenburg (Presidente)
Kurt von Schleicher (Chanceler)
Sucedido por: Karl Dönitz (Presidente)
Joseph Goebbels (Chanceler)

Nascimento: 20 de abril de 1889
Braunau am Inn
Flag of Austria-Hungary 1869-1918.svg Áustria-Hungria
Falecimento: 30 de abril de 1945 (56 anos)
Berlim, Alemanha
Partido: Partido Nazista
Assinatura: Assinatura de Adolf Hitler

Teste

Em que ano ocorreu a revolução russa?


Em 1917

Regime omplantado após a  Revolução Russa


Socialista

Principal ideologo do regime implantado e sua principal obra literaria

O ideologo karl max regime socialista


(  A maioria dos socialistas possuem a opinião de que o capitalismo concentra injustamente o poder e a riqueza entre um pequeno segmento da sociedade que controla o capital e deriva a sua riqueza através da exploração, criando uma sociedade desigual, que não oferece oportunidades iguais para todos a fim de maximizar suas potencialidades  )

Participação do Brasil na guerra mundial

História 

Participação do Brasil na guerra mundial 

A participação do Brasil na guerra  mundial foi estabelecida em função de uma série de coisas envolvendo embarcações brasileiras na Europa

O apoio brasileiro teve muita presença com o envio de suprimentos agrícolas e matéria-prima procurada pelas naçoes que estava em conflito. Aqui no Brasil a primeira guerra teve implicação significativas em nossa economia a retração econômica sofrida pelas grandes nações industriais europeias abriu portas para que o parque industrial se desenvolvesse....

Desemvolvimento industrial nos Estados unidos.

A indústria é bem antiga quanto a civilização humana. Em aldeias pessoas com abilidades especiais eram escaladas para produzir bens para a comunidade em troca de dinheiro ou outros bens. A revolução industrial surgiu a partir do advento de máquinas que podiam dispensar o trabalho de vários artesãos. Teares mecânicos substituíram os tecelões, concentrando a atividade em fábricas. Logo as máquinas a vapor puderam ser utilizadas para acionar novas indústrias e a crescente demanda de operários introduziu uma migração em massa do campo para as novas cidades por parte da população em busca do trabalho

Em 1835, nos EUA, Samuel Colt (1814-62), introduziu a fabricação de peças mecânicas para a fabricação de revólveres. Henry Ford introduziu a técnica de linha de montagem na fábrica de higland Park, Detroit, em 1913.

Acontecimentos até o século 21

Século 19
No dia 25 de novembro primeira máquina fotográfica é lançada no pequeno formato da KODAK
No dia 6 de março faleceu a figura chave no desenvolvimento de de motores a gasolina e na invenção e desenvolvimento do automóvel

variações linguística

Variações lingüísticas
O modo de falar do brasileiro
Alfredina Nery*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Toda língua possui variações lingüísticas. Elas podem ser entendidas por meio de sua história no tempo (variação histórica) e no espaço (variação regional). As variações lingüísticas podem ser compreendidas a partir de três diferentes fenômenos.

1) Em sociedades complexas convivem variedades lingüísticas diferentes, usadas por diferentes grupos sociais, com diferentes acessos à educação formal; note que as diferenças tendem a ser maiores na língua falada que na língua escrita;

2) Pessoas de mesmo grupo social expressam-se com falas diferentes de acordo com as diferentes situações de uso, sejam situações formais, informais ou de outro tipo;

3) Há falares específicos para grupos específicos, como profissionais de uma mesma área (médicos, policiais, profissionais de informática, metalúrgicos, alfaiates, por exemplo), jovens, grupos marginalizados e outros. São as gírias e jargões.

Assim, além do português padrão, há outras variedades de usos da língua cujos traços mais comuns podem ser evidenciados abaixo.

Uso de “r” pelo “l” em final de sílaba e nos grupos consonantais: pranta/planta; broco/bloco.
Alternância de “lh” e “i”: muié/mulher; véio/velho.
Tendência a tornar paroxítonas as palavras proparoxítonas: arve/árvore; figo/fígado.
Redução dos ditongos: caxa/caixa; pexe/peixe.
Simplificação da concordância: as menina/as meninas.
Ausência de concordância verbal quando o sujeito vem depois do verbo: “Chegou” duas moças.
Uso do pronome pessoal tônico em função de objeto (e não só de sujeito): Nós pegamos “ele” na hora.
Assimilação do “ndo” em “no”( falano/falando) ou do “mb” em “m” (tamém/também).
Desnasalização das vogais postônicas: home/homem.
Redução do “e” ou “o” átonos: ovu/ovo; bebi/bebe.
Redução do “r” do infinitivo ou de substantivos em “or”: amá/amar; amô/amor.
Simplificação da conjugação verbal: eu amo, você ama, nós ama, eles ama.

Variações regionais: os sotaques
Se você fizer um levantamento dos nomes que as pessoas usam para a palavra "diabo", talvez se surpreenda. Muita gente não gosta de falar tal palavra, pois acreditam que há o perigo de evocá-lo, isto é, de que o demônio apareça. Alguns desses nomes aparecem em o "Grande Sertão: Veredas", Guimarães Rosa, que traz uma linguagem muito característica do sertão centro-oeste do Brasil:

Demo, Demônio, Que-Diga, Capiroto, Satanazim, Diabo, Cujo, Tinhoso, Maligno, Tal, Arrenegado, Cão, Cramunhão, O Indivíduo, O Galhardo, O pé-de-pato, O Sujo, O Homem, O Tisnado, O Coxo, O Temba, O Azarape, O Coisa-ruim, O Mafarro, O Pé-preto, O Canho, O Duba-dubá, O Rapaz, O Tristonho, O Não-sei-que-diga, O Que-nunca-se-ri, O sem gracejos, Pai do Mal, Terdeiro, Quem que não existe, O Solto-Ele, O Ele, Carfano, Rabudo.

Drummond de Andrade, grande escritor brasileiro, que elabora seu texto a partir de uma variação lingüística relacionada ao vocabulário usado em uma determinada época no Brasil.

Antigamente
"Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio."

Como escreveríamos o texto acima em um português de hoje, do século 21? Toda língua muda com o tempo. Basta lembrarmos que do latim, já transformado, veio o português, que, por sua vez, hoje é muito diferente daquele que era usado na época medieval.

Língua e status
Nem todas as variações lingüísticas têm o mesmo prestígio social no Brasil. Basta lembrar de algumas variações usadas por pessoas de determinadas classes sociais ou regiões, para percebers que há preconceito em relação a elas.

Veja este texto de Patativa do Assaré, um grande poeta popular nordestino, que fala do assunto:

O Poeta da Roça
Sou fio das mata, canto da mão grossa,
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mío.

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argun menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.

Meu verso rastero, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.
(...)

Você acredita que a forma de falar e de escrever comprometeu a emoção transmitida por essa poesia? Patativa do Assaré era analfabeto (sua filha é quem escrevia o que ele ditava), mas sua obra atravessou o oceano e se tornou conhecida mesmo na Europa.

Leia agora, um poema de um intelectual e poeta brasileiro, Oswald de Andrade, que, já em 1922, enfatizou a busca por uma "língua brasileira".

Vício na fala
Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados.

Uma certa tradição cultural nega a existência de determinadas variedades lingüísticas dentro do país, o que acaba por rejeitar algumas manifestações lingüísticas por considerá-las deficiências do usuário. Nesse sentido, vários mitos são construídos, a partir do preconceito lingüístico.

Era Regional

No período regional 1831-1840,algumas províncias rebelaram-se e chegaram a se seperar do resto do país,ameaçando as unidades do império.

Nesses 9 anos regional o país estava sendo governado por regenciais,por que o menino de Pedro de Alcântara tinha 5 anos de idade quando D.Pedro I seu pai,abdicou do trono em seu favor,em 7 de abril de 1831.

Pedro de Alcântara não podia governa ainda pois só tinha 5 anos de idade então ainda não podia governa so ao completar 18 anos poderia governa o país,mas por enquanto os estados estavam sendo governado por deputados e senadores.

Ocorrem 5 revoluções em 4 estados:
Na Bahia (Em 1835 e outra em 1837)
No Rio Grande do Sul (1835 a 1845)
Maranhão (1838 a 1841)
Pará (1835 - 1845)

A Bahia foi a unico estado que teve duas revoluções seguidas na era regional uma era a Revolução dos Males e outra Sabinada.

Os principais motivos das revoluções era altos impostos,alimento e roupa cara.

Mapa regional indica os localizacoes geograficas para voces.

Fonte:http://www.libertaria.pro.br/brasil/capitulo9_index.htm

Balaiada

Balaiaida

A Balaiada foi uma revolta de caráter popular, ocorrida entre 1838 e 1841 no interior da então Província do Maranhão, no Brasil,e que após a tentativa de invasão de São Luís, dispersou-se e extendeu-se para a vizinha província do Piaui. Foi feita por pobres da região, escravos, fugitivos e prisioneiros. O motivo era a disputa pelo controle do poder local. A definitiva pacificação só foi conseguida com a anistia concedida pelo imperador aos revoltosos sobreviventes.

Antecedentes

Durante o Período regencial brasileiro o Maranhão, região exportadora de algodão, passava por uma grave crise econômica, devido à concorrência com o gênero estadunidense. Em paralelo, a atividade pecuária absorvia importante contingente de mão-de-obra livre nessa região. Esses fatores explicam o envolvimento de elementos escravos e de homens livres de baixa renda no movimento.
No campo político ocorria uma disputa no seio da classe dominante pelo poder, que se refletia no Maranhão opondo, por um lado, os liberais (bem-te-vis) e os conservadores (cabanos). À época da Regência de Pedro de Araújo Lima, provocando o chamado regresso conservador, os cabanos maranhenses aproveitaram a oportunidade para alijar do poder os bem-te-vis, tentando, ao mesmo tempo, debilitar ainda mais estes últimos pela contratação dos serviços de vaqueiros, tradicional apoio dos bem-te-vis. À mesma época, no Piauí dominava Manuel de Sousa Martins, conservador, que saiu fortalecido com a Lei dos Prefeitos e estimulou a revolta de seus conterrâneos liberais que almejavam ganhar mais poder político, como ocorrido quando da promulgação do Código de Processo Criminal de 1832 e do Ato Adicional de 1834.

A repressão

Apesar das tentativas de manipulação por parte dos bem-te-vis, o movimento adquiriu feição própria, saindo de controle. Diante da proporção alcançada, envolvendo as camadas populares, as elites locais se aproximaram em busca de estratégias para derrotar os revoltosos. O movimento, após uma tentativa frustrada de invasão da capital da província, São Luís, dispersou-se após repressão sofrida de um destacamento da Guarda Nacional, e alcançou a vizinha provincia do Piauí.
Diante desse esforço, o governo regencial enviou tropas sob o comando do então Coronel Luís Alves de Lima e Silva, nomeado Presidente da Província. Conjugando a pacificação política com uma bem sucedida ofensiva militar, em uma sucessão de confrontos vitoriosos obtida pela concessão de anistia aos chefes revoltosos que auxiliassem a repressão aos rebelados, obteve a pacificação da Província em 1841. Foi auxiliado no Piauí por Manuel de Sousa Martins, líder conservador, Presidente da Província, e conhecido repressor de movimentos liberais ocorridos em toda a província, destancando-se por sua excepcional ajuda em reprimir a adesão à Balaiada na província.
Os líderes balaios ou foram mortos em batalha ou capturados. Destes últimos, alguns foram julgados e executados, como Cosme Bento, por enforcamento. Pela sua atuação na Província do Maranhão, Lima e Silva recebeu o título de Barão de Caxias. Pouco após o fim da revolta, também Sousa Martins recebeu um título, o de Visconde da Parnaíba.
©2007 '' Por Elke di Barros